domingo, 15 de julho de 2012

Arroz Nacional

produção de arroz em Portugal encontra-se documentada desde o século XVIII, de acordo com algumas fontes, como herança dos Muçulmanos. O arroz está de tal forma enraizado na cultura portugueza que os portugueses consomem em média 18 kg de arroz, mais do dobro de Espanha, que tem uma média de consumo por pessoa que não vai além dos 7 kg.





Nesta grande quantidade de arroz consumido, a boa notícia é que Portugal produz 60% do arroz que consome o que nos permite não depender exclusivamente da produção asiática. Ua boa parte desse arroz é canalisado para as marcas representadas nas imagens, como a Pato Real, fundada em 1920, a mais antiga empresa portuguesa do género.


Mas...o que cozinhar com o arroz!? Aqui vai uma receita.

Arroz de Pato

Ingredientes:
  • 1 pato grandinho
  • 2 chávenas de pequeno almoço de arroz
  • 1 caldo de galinha 
  • 1 1/2 limão 
  • 1 cebola grande 
  • 1 dente de alho 
  • 4 folhas de louro 
  • piripiri 
  • 1 noz de margarina 
  • 1 colher de sopa de azeite
  • sal a gosto
  • chouriço e bacon a gosto




 Confeção:

Lave o pato e esfregue-o com o sal e o caldo de galinha.
Deite-lhe o sumo de 1/2 limão.Dentro do pato, coloque 1 limão com as pontas cortadas e dê alguns golpes.
Em uma panela de pressão, faça um leve estrugido com a cebola, o alho e o piripiri e o azeite.
Coloque o pato dentro da panela com água até o meio da barriga. Deixe cozer com as folhas de louro durante 40 min após a panela levantar pressão.
Após sair a pressão da panela, reserve a água da cozedura e desfie o pato.
Na panela de pressão cozer o arroz com 3 1/2 chávenas da água reservada e a margarina por apenas 3 min após levantar pressão.
Arrume o arroz cozido em um recipiente de barro e misture com o pato desfiado.
Cubra com rodelas de chouriço e fatias de bacon.
Leve ao forno para alourar.

sábado, 14 de julho de 2012

O renascer da Sanjo

Alguém se lembra da velhinha Sanjo? Começaram a ser produzidas em 1948 na Fábrica de Artefactos de Borracha da Empresa Industrial de Chapelaria tornando-se numa referência do calçado nacional.


Infelizmente acabou por fechar em 1996...mas nem tudo são más noticias, porque reapareceu em 2009 com novo modelo K-100 e em 2010 com o relançamento da marca.
Por isso, não se admire se se cruzar com uma Sanjo! 




quinta-feira, 12 de julho de 2012

Gorila, diz-vos alguma coisa?

É pouco provável que alguém não conheça as pastilhas Gorila! Ok, é verdade que nos últimos anos têm andado um pouco desaparecidas, mas pelos vistos estão de volta. Tudo começou em 1968 a LUSITECA em resposta à necessidade de empacotamento de produtos para os primeiros supermercado. 



Só em 1975 viria a surgir a pastilha Gorila com sabor tutti fruti, menta e em 1979 a banana, sabores que se vão ampliando ao longo dos tempos. 
Hoje conta com mais de 150 colaboradores e capital 100% Português.



Marca internacional, produto nacional

Normalmente quando pensamos em marcas internacionais associamos a elas produtos globais. Pois bem, o Nestum não é um deles! Criado em Portugal para os portugueses há mais de 50 anos quando o país vivia graves carência alimentares. 



Tudo começou ainda na década de 20 quando o Prof. Egas Moniz - futuro Nobel da Medicina - instala em Estarreja a primeira unidade de fabrico de leite em pó. Com bom acolhimento por parte da Nestlé, em 1958, nasce a marca Nestum crescendo ao longo dos anos. Hoje saem de Avanca (Estarreja), 4.800 toneladas de Nestum por ano, ou seja, 15% da produção total da fábrica.



Ao longo dos anos o Nestum foi-se diferenciando em diversos produtos Nestum Arroz e Nestum Figos; Nestum com Sabor a Mel; Nestum com Chocolate, entre outros

quarta-feira, 11 de julho de 2012

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Inovação e tradição

Quem não associa café à empresa Delta? A verdade é que se trata de uma empresa profundamente enraizada na sociedade portuguesa mas que não deixa de ser inovadora!



 
50 Anos depois de Rui Nabeiro ter dado inicio às atividades da sua empresa num armazém em Campo Maior, a Delta, continuar a ser uma referência na sociedade Portuguesa e a marcar a diferença com os seus produtos únicos.



Saboreado há quase um século

A lenda

Segundo a lenda, a origem do Azeite GALLO remonta aos finais do século XIX, em 1860, data da fundação em Abrantes de um estabelecimento pertencendo à "União Industrial, Lda.". Conta-nos esta lenda que o Senhor Victor Guedes terá decidido dar o nome GALLO ao azeite numa manhã em que, depois de acordar e abrindo de par em par as janelas do seu quarto, ouviu um galo a cantar. Porque era de origem galega, registou o nome da marca com um duplo "l", nome que até hoje foi preservado pela sua graça e originalidade.


Um século de história

Com quase um século de história, o Azeite GALLO é reconhecido hoje em dia como um verdadeiro tesouro gastronómico nacional, mas não só. Tradicional e genuíno, o Azeite GALLO apela a toda a tradição secular portuguesa e preserva na sua marca e no imaginário que evoca o que de melhor há na cultura portuguesa e nas gentes do nosso País